sábado, 22 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008






Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você
O amor em seu carvão
Foi me queimando em brasa num colchão
E me partiu em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu, depois sumiu
E eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir
E mesmo atenta, sem me distrair
Não sei quem é você
No espelho da ilusão
Se retocou pra outra traição
Tentou abrir as flores do perdão
Mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão
Me deixa aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo, sem chover
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Quem é você?
Quem é você?
Quem é você?
Você...


A vida tem sons que pra gente ouvir

Precisa entender que um amor de verdade

É feito canção, qualquer coisa assim,

Que tem seu começo, seu meio e seu fim

A vida tem sons que pra gente ouvir

Precisa aprender a começar de novo.

É como tocar o mesmo violão

E nele compor uma nova canção

Que fale de amor

Que faça chorar

Que toque mais forte

Esse meu coração

Ah! Coração!Se apronta pra recomeçar.

Ah! Coração!Esquece esse medo de amar de novo.


"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar"